
Quem tem medo de 2026?
Felizmente, o futuro não está escrito e, como sempre, será moldado não pelo medo, mas pelas escolhas que fizermos a partir de hoje O ano de 2026 no Brasil nos traz um horizonte carregado de prognósticos, ansiedades e um profundo sentimento de déjà vu. Não é o medo do desconhecido,

Sem propósito, o tempo pesa
O risco da inatividade total após a aposentadoria e a necessidade humana de missão e significado A frase é comum, quase um mantra social: “Trabalhei duro a vida inteira, agora mereço descansar.” Ela carrega justiça, cansaço acumulado e um desejo legítimo de pausa. Não há nada de errado em reduzir

‘Dorme neném que a cuca vem pegar’
Se quisermos vencer os desafios da motivação temos que primeiro vencer a baixa autoestima que nos faz ter medo de vencer Uma das perguntas que nós, antropólogos, mais nos fazemos é de onde terá vindo a baixa autoestima do brasileiro. Tudo “lá fora” é bom. Tudo “aqui dentro” é ruim.

Reminiscências natalinas
Uma agradável surpresa: uma caixa repleta de livros, inclusive com a coleção do “Sítio do Pica-pau Amarelo”, de Monteiro Lobato Enfim, mais um Natal chegou! Porém, esse momento sempre me traz inúmeras lembranças, que envolvem essa data de saudosismo. Afinal, já vivi muitos natais, sendo os da minha infância os

Mestiço, moreno, ‘minha avó era negra’: quem ganha com o orgulho pardo?
Vamos tomar nosso devido trago de “semancol”. E quem sabe poderemos fazer uma onda de solidariedade e respeito pelas diferenças * Tabita Said Um casal retirante do Recife em São Paulo resumiria parcialmente meus avós. A aparência era a seguinte:

A humanidade em 8,2 bilhões de vozes: como avançamos apesar de nós mesmos
Nada é impossível quando nos concentramos nos valores que nos unem e usamos a inteligência para algo maior do que nossos interesses imediatos Vivemos hoje em um planeta que abriga cerca de 8,2 bilhões de pessoas, um número tão colossal que desafia qualquer capacidade intuitiva de compreensão. A






















