
A difícil arte de simplificar
Em um mundo que valoriza o acúmulo e a complexidade, simplificar é um ato de coragem intelectual — um exercício de clareza que desafia nossa tendência natural ao excesso

A redação ideal (parte 1)
O texto do professor João Alvarenga analisa o que realmente define uma boa redação nos vestibulares e no Enem, destacando que o uso de linguagem rebuscada e citações eruditas não garante sucesso.

A EaD como ferramenta para a inclusão no ensino superior
Com base em dados e experiências internacionais, é possível afirmar que a expansão do ensino digital é decisiva para democratizar o acesso e reduzir desigualdades sociais Várias iniciativas na esfera federal nos últimos tempos reacenderam as discussões sobre o papel da Educação a Distância (EaD) para os cursos de graduação.

Quando os pais envelhecem: um amor que também precisa de preparo
A despedida de meu pai me ensinou que cuidar dos idosos exige informação, paciência, planejamento e, acima de tudo, compreensão. Também me fez perceber que todos nós precisamos aprender a envelhecer

À mercê do acaso
(Parte 2) Entre lembranças familiares e reflexões sobre apostas, este relato mostra como a sorte pode ser ingrata, decisiva e, muitas vezes, cruelmente irônica Estimados leitores, vocês devem ter notado que andei ausente por um determinado tempo. Justifico-me: passava por um período de entressafra criativa. Ou seja, é aquele momento

Ser professor na periferia: quando o território também ensina
Em territórios vulneráveis, o educador aprende tanto quanto ensina — sua identidade se refaz entre desafios sociais, empatia e o cotidiano que também educa Oque significa ser professor em territórios marcados pela desigualdade e vulnerabilidade social? A resposta para essa pergunta não é simples e vai muito além do que

Quem quer pessoas de braço curto e corpo mole no time?
Em tempos de alta competitividade, quem faz corpo mole ou tem braço curto compromete o desempenho do time e coloca em risco o próprio lugar na equipe Em toda empresa haverá pessoas de “braço curto” e que fazem “corpo mole” quando se trata de fazer aquilo que se espera delas.

Um indivíduo pode mudar a sociedade?
Pessoas não mudam sociedades sozinhas, mas podem catalisar convergências ao articular forças já em movimento e ampliar sua conectividade Depois de argumentar que sociedades se comportam como sistemas compostos por múltiplos vetores em interação contínua, e que mudanças estruturais exigem alinhamento transversal desses vetores, surge uma pergunta inevitável: qual é,
























