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Rio: mutirão na Serra do Vulcão promove ações climáticas da periferia

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Voluntários plantaram dezenas de mudas de espécies nativas da Mata Atlântica

Moradores do Rio de Janeiro participaram, como voluntários, de mutirão para plantar mudas de espécies nativas na Serra do Vulcão (Foto: PJCC/Divulgação)

Em meio às formações rochosas e toda a porção de Mata Atlântica da Serra do Vulcão, no Parque Natural Municipal de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, um mutirão mostrou que todos podem contribuir com a agenda de ação diante da emergência decorrente da mudança do clima. Sociedade civil, setor privado, povos indígenas e jovens se uniram para promover a regeneração do Parque Gericinó-Mendanha.

Em apenas um dia (16 de gosto de 2025), foram plantadas dezenas de mudas de espécies nativas, e também instaladas sinalizações de trilhas ambientais como parte do projeto Mutirão COP30, promovido pelo Instituto EAE, Cabana do Vulcão e Visão Coop, com apoio da jovem campeã climática Marcele Oliveira. 

“A gente está falando de reconhecer as práticas territoriais que protegem a natureza e que de fato promovem a regeneração, seja do solo, da vegetação e até das mentes das pessoas. Já que é uma iniciativa de educação climática que põe em prática o que é decidido nas negociações climáticas”, diz Marcele Oliveira, campeã de Juventude para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30).

 

Reflorestar e educar

A região, além de abrigar uma ampla biodiversidade, também é um território que sofre pressão da urbanização e enfrenta recorrentes incêndios florestais. “Isso é um exemplo claro de quando você identifica um problema como a queimada, as pessoas se juntam para mostrar que a solução é reflorestar, para educar e se unir em torno do território”, afirma a diretora de Programas da Presidência da COP30, Alice Amorim.

A experiência de imersão é uma demonstração do que as comunidades das periferias da região já promovem desde 2018, por meio do movimento social #ElesQueimamNósPlantamos. Ao longo dos anos, o grupo já semeou mais de 7 mil mudas nativas no Parque Gericinó-Mendanha.

“Queremos que a Serra do Vulcão seja um exemplo vivo levado aos corredores da COP30, provando que a ação climática começa no território, de forma regenerativa e  participativa”, afirma Lennon Medeiros, diretor executivo da Visão Coop.

Mutirão global

A ação local Mutirão COP30 integra o movimento Mutirão Global, que reunirá em uma plataforma todas as metodologias, resultados e indicadores promovidos nos territórios para compartilhar com os tomadores de decisões, de todo o mundo, casos concretos de ação climática protagonizada por periferias urbanas brasileiras.

“O Mutirão Global se relaciona com transformação, e a transformação tem que acontecer no território, para ser depois global. Por isso, aqui estamos regenerando o território. Tudo a ver com a virada de implementação que estamos propondo na COP30”, destaca o diretor executivo. (Agência Brasil)

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