Diretores executivos são os profissionais com melhor remuneração (Ilustração criada com uso de IA)
Receber remunerações mensais acima de R$ 60 mil, como as registradas pelo Caged em 2025, requer preparo, tempo e escolhas estratégicas
Embora poucos profissionais tenham atingido o topo da pirâmide salarial revelada pelos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) em 2025, essa é uma meta possível na prática — ainda que restrita a uma minoria. Os salários de admissão que ultrapassam R$ 60 mil mensais existem, são reais, mas, por enquanto, estão concentrados em uma elite formada após décadas de estudo, experiência acumulada, escolhas estratégicas e networking. (Confira os rankings dos 100 cargos com maiores salários no Brasil e no Estado de São Paulo no final desta matéria)
No outro extremo das estatísticas, onde se concentra a maioria dos trabalhadores brasileiros, o desafio é outro: encontrar caminhos viáveis de crescimento, estabilidade e bons rendimentos em um mercado ainda marcado por desigualdades. A boa notícia é que a ideia de que todos podem melhorar encontra respaldo tanto nas estatísticas oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego quanto nas trajetórias reais daqueles que já chegaram lá.
Em São Paulo, estado que mais criou empregos no país em 2025, os contrastes ficam ainda mais evidentes. Ao mesmo tempo em que cargos de direção executiva chegaram a pagar até R$ 62,9 mil por mês, o salário médio de admissão ficou em R$ 2.597,14 — quase 25 vezes menor. Os números ajudam a responder a uma pergunta que intriga muitos brasileiros: o que é preciso para chegar lá?
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A vitrine dos salários: quem está no topo da pirâmide
O levantamento do Caged revela que os 100 cargos com maiores salários médios de admissão em São Paulo são dominados por funções ligadas à direção executiva, sobretudo nas áreas de finanças, tecnologia da informação, gestão empresarial e engenharia.
O maior salário médio de contratação em 2025 foi registrado para o cargo de diretor de crédito (exceto crédito imobiliário), com R$ 62.986,38. Logo atrás aparecem diretores de produção e operações em empresas florestais, dirigentes partidários, diretores de produtos bancários e diretores de riscos de mercado, todos com remunerações situadas entre R$ 40 mil e R$ 60 mil mensais.
Além dos executivos tradicionais, a lista chama atenção por algumas curiosidades. Profissões ligadas à cultura e à comunicação também figuram entre as mais bem remuneradas, como diretor de redação, diretor de criação, comentarista de mídias audiovisuais e até palhaço, que aparece com salário médio de admissão de R$ 13,4 mil. O dado reforça que o topo salarial existe até mesmo em áreas criativas, embora seja ainda mais restrito.
Outro destaque importante é a engenharia. Ao todo, 19 das 100 ocupações mais bem remuneradas no estado pertencem a diferentes especialidades da profissão, incluindo engenharia química, aeronáutica, civil, de minas, de redes e de computação.

Áreas financeira e de tecnologia se destacam em salários de altos cargos em 2025 (FOTO: Agência SP)
O caminho até lá: formação, tempo e escolhas estratégicas
Chegar a esses cargos não é fruto do acaso nem resultado de atalhos rápidos. Especialistas em mercado de trabalho apontam que o topo salarial costuma ser alcançado após uma trajetória longa, geralmente superior a 15 ou 20 anos de carreira.
Entre os elementos mais recorrentes nas trajetórias de quem chega a esse patamar estão a formação acadêmica sólida, com predominância de cursos como Administração, Engenharia, Economia e Tecnologia da Informação; a realização de especializações e MBAs, muitas vezes em instituições de renome no Brasil ou no exterior; a experiência acumulada em grandes empresas, especialmente multinacionais e grupos financeiros; a fluência em idiomas, sobretudo o inglês; além da construção de um networking qualificado, que envolve relações profissionais, institucionais e, em alguns casos, políticas.
Antes de alcançar o topo, esses profissionais costumam passar por cargos intermediários de liderança, como coordenações, gerências e superintendências. Trata-se de uma elite profissional que combina conhecimento técnico, capacidade de gestão, visão estratégica e leitura de mercado.
A realidade das chances: o topo é possível, mas raro
Apesar de inspiradores, os números deixam claro que esses salários são exceção. Em 2025, São Paulo criou 311.228 vagas com carteira assinada — o equivalente a cerca de 900 novas oportunidades por dia. A maior parte dessas vagas, no entanto, concentrou-se em setores como serviços e comércio, com remunerações próximas da média estadual.
Os dados mostram que 60% das vagas criadas no estado no ano passado foram no setor de Serviços, enquanto o salário médio de admissão ficou em R$ 2.597,14. Estima-se que menos de 0,1% dos trabalhadores contratados tenha alcançado remunerações acima de R$ 40 mil mensais.
A pirâmide salarial ajuda a entender esse cenário: enquanto poucos ocupam o topo, milhões de trabalhadores permanecem na base, em funções operacionais e administrativas. Isso não significa que a ascensão seja impossível, mas reforça a importância de expectativas realistas e planejamento de longo prazo.
É possível chegar lá? Sim — com os pés no chão
A resposta é positiva, mas exige esforço contínuo, escolhas estratégicas e paciência. O próprio levantamento do Caged indica setores com maior potencial de ascensão salarial, como finanças, tecnologia da informação, engenharia e saúde.
Na área financeira, cargos como diretores de crédito, riscos e produtos bancários lideram o ranking. Em tecnologia da informação, aparecem diretores de TI, gerentes de segurança da informação e arquitetos de soluções. Já a engenharia se destaca pela diversidade de especialidades com altas remunerações, enquanto a saúde mantém salários elevados para médicos especialistas e gestores hospitalares.
Mesmo para quem não chega ao topo absoluto, esses setores oferecem carreiras intermediárias com salários acima da média, especialmente para profissionais qualificados e atualizados.
Exemplos reais de trajetórias de sucesso
– Cristina Palmaka – Tecnologia da Informação
Cargo: Presidente da SAP para América Latina e Caribe.
Formada em Administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e com MBA internacional, Cristina Palmaka construiu uma carreira sólida em empresas como HP e Microsoft antes de assumir a liderança da SAP na América Latina. Executivos de nível C-Level em tecnologia costumam receber entre R$ 40 mil e R$ 80 mil mensais, dependendo do porte da empresa. Sua trajetória ilustra como formação sólida, experiência multinacional e visão estratégica podem levar ao topo da pirâmide salarial em tecnologia da informação.
– Sergio Rial – Finanças
Cargo: Ex-presidente do Santander Brasil e atual chairman da Vibra Energia.
Advogado e economista, Sergio Rial construiu uma carreira internacional em instituições como ABN AMRO e Bear Stearns antes de assumir a presidência do Santander Brasil. Reconhecido por sua atuação em gestão de riscos e expansão de negócios, hoje atua como chairman da Vibra Energia. Presidentes e diretores de grandes bancos podem ultrapassar R$ 100 mil mensais quando considerados bônus e benefícios, perfil que dialoga diretamente com os cargos mais bem pagos listados no levantamento.
– Cláudia Sender – Aviação e Indústria
Cargo: Ex-presidente da LATAM Airlines Brasil.
Engenheira química formada pela Universidade de São Paulo (USP) e com MBA em Harvard, Cláudia Sender iniciou sua carreira em consultoria e indústria antes de assumir a presidência da LATAM Airlines Brasil. Executivos de grandes companhias aéreas e industriais costumam receber salários fixos acima de R$ 50 mil mensais, além de bônus atrelados a desempenho. Sua trajetória mostra como engenharia, visão global e capacidade de gestão em setores complexos podem abrir portas para o topo salarial.
O que essas trajetórias têm em comum
Os exemplos reais ajudam a identificar padrões: formação acadêmica de excelência, experiência internacional ou passagem por multinacionais, networking estratégico, atuação em setores de alto impacto econômico e uma longa trajetória profissional, que costuma ultrapassar duas décadas até o auge da carreira.
Caminhos possíveis para crescer
Mesmo que o topo da pirâmide seja alcançado por poucos, há muitos caminhos viáveis de ascensão profissional. Investir em qualificação contínua, incluindo cursos de especialização e idiomas, planejar a carreira no médio e longo prazo, construir uma rede de contatos sólida e acompanhar setores em crescimento são estratégias recorrentes entre quem avança no mercado de trabalho.
Plataformas públicas como o Trampolim, do governo paulista, reúnem vagas de emprego, cursos gratuitos, testes de habilidades e ferramentas para criação de currículo profissional, além de ações específicas voltadas ao público com mais de 60 anos. Já os Postos de Atendimento ao Trabalhador (PATs) oferecem intermediação de mão de obra, habilitação ao seguro-desemprego e atendimento gratuito em mais de 200 unidades espalhadas pelo estado.
Reais, mas raros
Os salários milionários — ou próximos disso — existem em São Paulo e no Brasil. Eles representam o topo de uma pirâmide estreita, construída com anos de dedicação, estudo e estratégia. Para a maioria dos trabalhadores, o desafio está em encontrar oportunidades intermediárias que garantam estabilidade, crescimento e qualidade de vida. Para poucos, a recompensa é chegar ao seleto grupo que assina contratos acima de R$ 60 mil por mês.
Os 100 cargos com maiores salários no estado de São Paulo em 2025
- Diretor de crédito (exceto crédito imobiliário): R$ 62.986,38
- Diretor de produção e operações em empresa florestal: R$ 62.915,44
- Dirigente de partido político: R$ 49.309,11
- Diretor de produtos bancários: R$ 48.918,95
- Diretor de riscos de mercado: R$ 47.517,05
- Diretor de tecnologia da informação: R$ 46.526,73
- Diretor comercial em operações de intermediação financeira: R$ 45.501,73
- Diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d): R$ 43.868,66
- Diretor de operações de serviços de armazenamento: R$ 43.826,46
- Diretor de câmbio e comércio exterior: R$ 43.344,06
- Diretor de recursos humanos: R$ 42.604,52
- Diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades: R$ 40.709,34
- Diretor de suprimentos: R$ 40.141,82
- Diretor comercial: R$ 40.080,38
- Diretor financeiro: R$ 39.847,80
- Diretor de recuperação de créditos em operações de intermediação financeira: R$ 38.076,07
- Diretor de marketing: R$ 37.850,66
- Diretor geral de empresa e organizações (exceto de interesse público): R$ 35.974,97
- Diretor de relações de trabalho: R$ 34.629,16
- Diretor de operações de serviços de transporte: R$ 33.526,09
- Diretor de compliance: R$ 33.473,52
- Diretor de produção e operações em empresa agropecuária: R$ 32.466,13
- Diretor de planejamento estratégico: R$ 30.573,88
- Diretor de produção e operações de alimentação: R$ 29.588,71
- Diretor administrativo: R$ 29.568,72
- Diretor administrativo e financeiro: R$ 28.972,61
- Diretor de operações de serviços de telecomunicações: R$ 28.335,00
- Diretor de operações de obras pública e civil: R$ 27.692,17
- Pesquisador em economia: R$ 25.169,23
- Diretor de operações comerciais (comércio atacadista e varejista): R$ 24.135,95
- Diretor de serviços culturais: R$ 22.882,35
- Diretor de redação: R$ 22.063,58
- Gerente de segurança operacional (aviação civil): R$ 21.696,30
- Médico da estratégia de saúde da família: R$ 21.430,77
- Gerente de segurança da informação: R$ 21.212,51
- Gerente de desenvolvimento de sistemas: R$ 21.185,54
- Diretor de serviços de saúde: R$ 21.147,95
- Engenheiro de redes de comunicação: R$ 19.877,27
- Diretor de criação: R$ 19.736,52
- Diretor de suprimentos no serviço público: R$ 19.708,00
- Gerente de operação de tecnologia da informação: R$ 19.619,64
- Diretor de manutenção: R$ 18.488,65
- Gerente de riscos: R$ 18.418,03
- Médico generalista: R$ 18.196,36
- Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d): R$ 17.858,21
- Médico em medicina intensiva: R$ 17.778,23
- Gerente de crédito e cobrança: R$ 17.235,22
- Médico oncologista clínico: R$ 17.069,45
- Geofísico: R$ 17.036,99
- Engenheiro de equipamentos em computação: R$ 16.996,52
- Engenheiro de aplicativos em computação: R$ 16.640,84
- Engenheiros de sistemas operacionais em computação: R$ 16.320,34
- Gerente de crédito rural: R$ 16.294,57
- Arquiteto de soluções de tecnologia da informação: R$ 16.255,41
- Gerente de infraestrutura de tecnologia da informação: R$ 16.175,40
- Gerente de captação (fundos e investimentos institucionais): R$ 16.098,22
- Diretor de contas (publicidade): R$ 15.933,88
- Gerente de operações em aeroportos: R$ 15.866,44
- Comentarista de mídias audiovisuais: R$ 15.758,46
- Dirigente e administrador de organização da sociedade civil sem fins lucrativos: R$ 15.442,38
- Gerente de projetos de tecnologia da informação: R$ 15.291,37
- Gerente de grandes contas (corporate): R$ 15.148,47
- Médico de família e comunidade: R$ 14.960,98
- Gerente de produtos bancários: R$ 14.945,67
- Diretor de produção: R$ 14.893,21
- Engenheiro naval: R$ 14.763,49
- Gerente de clientes especiais (private): R$ 14.740,62
- Pesquisador de medicina básica: R$ 14.739,91
- Gerente de marketing: R$ 14.643,38
- Engenheiro aeronáutico: R$ 14.573,40
- Engenheiro civil (aeroportos): R$ 14.566,80
- Engenheiro de riscos: R$ 14.039,35
- Gerente financeiro: R$ 14.032,48
- Engenheiro químico (utilidades e meio ambiente): R$ 14.020,57
- Chefe de serviços bancários: R$ 13.990,29
- Engenheiro de minas: R$ 13.913,86
- Matemático aplicado: R$ 13.796,71
- Médico do trabalho: R$ 13.624,73
- Palhaço: R$ 13.403,08
- Gerente de suprimentos: R$ 13.242,51
- Aromista: R$ 13.202,27
- Gerente de recursos humanos: R$ 13.018,65
- Gerente de suporte técnico de tecnologia da informação: R$ 13.007,61
- Engenheiro civil (ferrovias e metrovias): R$ 12.942,02
- Engenheiro agrônomo: R$ 12.896,74
- Professor de ensino superior na área de pesquisa educacional: R$ 12.802,79
- Engenheiro de minas (planejamento): R$ 12.756,04
- Gerente de compras: R$ 12.739,37
- Engenheiro civil (geotécnia): R$ 12.716,16
- Gerente de recuperação de crédito: R$ 12.646,32
- Gerente de câmbio e comércio exterior: R$ 12.499,75
- Engenheiro civil (rodovias): R$ 12.401,18
- Geólogo de engenharia: R$ 12.399,17
- Cientista de dados: R$ 12.397,33
- Gerente de comunicação: R$ 12.291,74
- Engenheiro químico: R$ 12.029,29
- Engenheiro químico (petróleo e borracha): R$ 11.841,11
- Pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia): R$ 11.804,32
- Engenheiro eletricista de manutenção: R$ 11.755,78
- Engenheiro civil (saneamento): R$ 11.625,04
(FONTE: Caged/2025)
Os 100 cargos com maiores salários no Brasil em 2025
- Diretor de crédito (exceto crédito imobiliário): R$ 62.986,38
- Diretor de riscos de mercado: R$ 47.440,34
- Diretor de produtos bancários: R$ 44.685,84
- Diretor de tecnologia da informação: R$ 39.536,30
- Diretor de recuperação de créditos em operações de intermediação financeira: R$ 38.076,07
- Diretor de produção e operações em empresa florestal: R$ 37.529,36
- Diretor comercial em operações de intermediação financeira: R$ 36.665,70
- Diretor de produção e operações da indústria de transformação, extração mineral e utilidades: R$ 34.973,54
- Diretor de mercado de capitais: R$ 34.892,01
- Diretor de câmbio e comércio exterior: R$ 34.531,46
- Dirigente de partido político: R$ 33.662,49
- Diretor de pesquisa e desenvolvimento (p&d): R$ 33.505,46
- Diretor de recursos humanos: R$ 32.796,75
- Diretor comercial: R$ 31.396,99
- Diretor de suprimentos: R$ 31.194,27
- Diretor de compliance: R$ 29.425,51
- Diretor de operações de serviços de armazenamento: R$ 27.475,15
- Diretor de marketing: R$ 24.322,47
- Diretor de operações de serviços de transporte: R$ 23.631,91
- Diretor financeiro: R$ 21.312,41
- Dj (disc jockey): R$ 20.500,00
- Diretor geral de empresa e organizações (exceto de interesse público): R$ 19.648,35
- Gerente de desenvolvimento de sistemas: R$ 19.554,23
- Gerente de segurança da informação: R$ 19.393,01
- Diretor de planejamento estratégico: R$ 18.918,27
- Engenheiro de redes de comunicação: R$ 18.770,36
- Engenheiro de minas (lavra subterrânea): R$ 18.631,79
- Diretor de operações comerciais (comércio atacadista e varejista): R$ 18.593,28
- Diretor de operações de obras pública e civil: R$ 18.135,47
- Médico da estratégia de saúde da família: R$ 17.903,53
- Diretor administrativo: R$ 17.459,45
- Pesquisador em economia: R$ 17.209,92
- Diretor de relações de trabalho: R$ 17.064,98
- Engenheiro de minas (projeto): R$ 16.967,91
- Diretor administrativo e financeiro: R$ 16.485,32
- Geofísico: R$ 16.387,67
- Superintendente técnico no transporte aquaviário: R$ 16.345,12
- Médico de família e comunidade: R$ 16.041,03
- Engenheiro de minas (beneficiamento): R$ 15.967,16
- Gerente de operação de tecnologia da informação: R$ 15.958,95
- Engenheiro de minas (lavra a céu aberto): R$ 15.956,07
- Diretor de produção e operações de alimentação: R$ 15.690,86
- Médico neurofisiologista clínico: R$ 15.538,79
- Gerente de pesquisa e desenvolvimento (p&d): R$ 15.453,10
- Gerente de riscos: R$ 15.025,39
- Diretor de suprimentos no serviço público: R$ 14.968,98
- Engenheiro de aplicativos em computação: R$ 14.949,00
- Diretor de serviços culturais: R$ 14.765,58
- Diretor de programas de televisão: R$ 14.646,50
- Arquiteto de soluções de tecnologia da informação: R$ 14.642,62
- Engenheiros de sistemas operacionais em computação: R$ 14.547,96
- Subprocurador-geral da república: R$ 14.429,51
- Diretor de operações de serviços de telecomunicações: R$ 14.423,90
- Tecnólogo em petróleo e gás: R$ 14.178,46
- Engenheiro químico (papel e celulose): R$ 14.025,32
- Engenheiro aeronáutico: R$ 14.017,56
- Engenheiro civil (geotécnia): R$ 13.978,24
- Diretor de criação: R$ 13.957,20
- Engenheiro de minas (planejamento): R$ 13.895,13
- Engenheiro químico (petróleo e borracha): R$ 13.889,24
- Médico generalista: R$ 13.871,09
- Gerente de grandes contas (corporate): R$ 13.663,44
- Gerente de projetos de tecnologia da informação: R$ 13.529,08
- Matemático aplicado: R$ 13.469,80
- Diretor de serviços de saúde: R$ 13.418,19
- Engenheiro de equipamentos em computação: R$ 13.410,49
- Engenheiro de riscos: R$ 13.284,92
- Diretor de produção e operações em empresa agropecuária: R$ 13.197,08
- Diretor de contas (publicidade): R$ 13.194,57
- Engenheiro de minas: R$ 13.047,71
- Diretor de manutenção: R$ 12.993,34
- Engenheiro naval: R$ 12.957,23
- Diretor de redação: R$ 12.929,50
- Gerente de produtos bancários: R$ 12.924,92
- Gerente de captação (fundos e investimentos institucionais): R$ 12.671,14
- Gerente de infraestrutura de tecnologia da informação: R$ 12.648,49
- Gerente de clientes especiais (private): R$ 12.494,75
- Engenheiro mecânico (energia nuclear): R$ 12.470,17
- Engenheiro químico (mineração, metalurgia, siderurgia, cimenteira e cerâmica): R$ 12.467,09
- Médico do trabalho: R$ 12.448,82
- Engenheiro de minas (processo): R$ 12.318,34
- Diretor de produção e operações de hotel: R$ 12.300,81
- Gerente de segurança operacional (aviação civil): R$ 12.239,13
- Diretor teatral: R$ 12.203,79
- Engenheiro de controle e automação: R$ 12.157,87
- Gerente de câmbio e comércio exterior: R$ 12.054,98
- Pesquisador de engenharia e tecnologia (outras áreas da engenharia): R$ 12.003,84
- Corretor de grãos: R$ 11.840,48
- Médico em medicina intensiva: R$ 11.832,92
- Pesquisador de medicina básica: R$ 11.796,25
- Engenheiro químico (utilidades e meio ambiente): R$ 11.760,03
- Engenheiro químico: R$ 11.742,31
- Médico radioterapeuta: R$ 11.708,23
- Médico cancerologista cirúrgico: R$ 11.438,49
- Engenheiro mecânico: R$ 11.404,20
- Médico em medicina nuclear: R$ 11.332,08
- Engenheiro de produção: R$ 11.321,60
- Procurador do Estado: R$ 11.298,32
- Geólogo: R$ 11.187,07
- Engenheiro civil (saneamento): R$ 11.159,08






















